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Plataforma de IA “Arandu”, do TJAM, fica em 1.º lugar entre os projetos apresentados durante o Expojud Portugal 2026 realizado em Lisboa

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Plataforma de IA “Arandu”, do TJAM, fica em 1.º lugar entre os projetos apresentados durante o Expojud Portugal 2026 realizado em Lisboa

O reconhecimento internacional destaca a excelência do conteúdo apresentado, a relevância do tema abordado e a contribuição significativa para o desenvolvimento do setor.


 

A plataforma de IA “Arandu”, modelo de inteligência artificial desenvolvido no âmbito da Comissão de Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação do Tribunal de Justiça do Amazonas, foi um dos destaques do Expojud Portugal 2026, evento realizado de 23 a 27 deste mês na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. O sistema foi classificado em 1.º lugar no ranking das melhores avaliações entre os projetos apresentados por diversas instituições durante a quarta edição do evento.

O reconhecimento internacional destaca a excelência do conteúdo apresentado, a relevância do tema abordado e a contribuição significativa para o desenvolvimento do setor.

A apresentação da experiência do modelo de inteligência no dia a dia do Poder Judiciário do estado do Amazonas foi feita na quarta-feira (25/3) pelo diretor da Divisão de IA e Ciência de Dados do TJAM, Rhedson Esashika, dentro de uma programação que incluiu apresentações de outros 13 cases de sucesso. No dia anterior, o diretor já havia palestrado em um painel que trouxe o tema “Desafios tecnológicos para o futuro do sistema de Justiça e Controle”.

O “Arandu” é um sistema que se conecta diretamente aos autos processuais e cuja integração permite que analistas, diretores de secretaria e magistrados do Tribunal de Justiça do Amazonas interajam com os autos no exato momento em que acessam uma determinada ação judicial.

Em tupi, “Arandu” significa entendimento, conhecimento, sabedoria. A plataforma reúne diferentes serviços baseados em Inteligência Artificial, entre eles a identificação de similaridade entre petições distribuídas nos sistemas e-SAJ e Projudi.

“Este é o reconhecimento do trabalho que nós estamos desempenhando na construção da nossa plataforma de IA. Fomos muito bem avaliados e tivemos dez minutos para expor, focando em mostrar algumas das ferramentas que nos trouxeram esse primeiro lugar. Esse prêmio é de extrema importância para o reconhecimento do trabalho feito pela diretoria de IA do Tribunal de Justiça do Amazonas, pelos resultados que estamos alcançando e principalmente porque o evento em si possibilitou que tivéssemos uma visão mais ampla de que caminho percorrer, de que boas práticas adotar e trazer para agregar ainda mais a nossa ferramenta. Nossa ideia é desenvolver ferramentas junto ao nossos servidores para que tenhamos resultados de excelência”, comentou Esashika.

Governança da IA – desafios 

A presidente da Comissão de Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação do Tribunal de Justiça do Amazonas (CGTIC), desembargadora Vânia Marques Marinho, foi uma das palestrantes do Expojud Portugal 2026. A magistrada tratou sobre a “Governança da inteligência artificial, proteção de dados e soberania digital: novos desafios para as instituições de Justiça”, e apresentou o tema junto com o presidente do Conselho Consultivo da Anatel Brasil, Fabrício da Mota Alves, na terça-feira (24/3).

O Expojud

O evento internacional trouxe o tema “Transformação digital na justiça: Conexões Luso-Brasileiras” e teve como foco exclusivo a transformação digital para o setor da Justiça, oferecendo uma experiência rica em troca de conhecimentos, networking e imersão cultural. Os participantes tiveram a oportunidade de se envolver em uma série de atividades projetadas para explorar as tecnologias emergentes que estão revolucionando o campo da Justiça e preparando suas instituições para o futuro.

Foram abordados aspectos como a “Fortaleza Digital: Blindando o Sistema de Justiça na Era Cibernética; Futuro Jurídico”: “O Papel Transformador das Escolas Judiciais”; “Além da Inovação: GenIA e a Reinvenção da Prática Jurídica”; “Simplificando a Transformação Digital: Tecnologias que Redefinem o Sistema de Justiça” e; “Pioneirismo Digital: As Tecnologias Emergentes e Seu Impacto Revolucionário no Direito”.

O Expojud Portugal 2026 foi realizado pela J. Ex e Universidade de Lisboa, e contou com apoio da Lisbon Public Now Research Centre e Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE/RJ).

 

 

 

Edição: Paulo André Nunes

Fotos: Acervo da CGTIC

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